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do largo

Do largo plano ao estreito ponto

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A poesia de Michelle Kaplan é manga madura, dessas de escorrer nos dedos e pintar amarelos nos bigodes da alma.  É pitanga no pé que se saboreia no sabor que se quiser, conforme o que houver de seiva em sua saliva. Ela só veio a este mundo para ser poeta. Mas, psiu! É segredo, conte pra todo mundo e peça que não contem pra ninguém. Mano Melo – poeta e ator

 

Michelle despe-se sem pudor ao revelar sua vulnerabilidade e coragem com forma poética esmerada. Estamos com uma nova poeta no planeta preocupada em desvendar-se e em formatar-se, para transformar-se. Registra sensibilidade, sentimentos e dor. Michelle sonha o sonhado sonho, tenta o possível equilíbrio entre emoção e razão, peito aberto e é como Bracque, pintor francês, quando diz –  “Amo a regra que corrige as paixões”. Transborda universo de emoções, onde atua com liberdade guiada pelo amor a pessoas e coisas, aberta ao sentimento do mundo pela poesia que a rege. Bravo! Cláudia Alencar – atriz e poeta

 

“Para mim, boa poesia é aquela que deliberadamente desperta no leitor todos os sentidos. Michelle Kaplan maneja com sensibilidade os diversos recursos do poema – em resumo, som e sentido – para criar efeitos de olfato, paladar, tato, cor e luz. As palavras brilham em versos de singela sabedoria, como esta joia rara: “Serei livre na eternidade do momento”. Claufe Rodrigues – jornalista e poeta

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REF: 9788563883735. Categoria . Etiqueta: .

Descrição do produto

“…Porque poesia é um troço complicado, ainda mais se no papel parece ser simples, coloquial, despretensiosa. Poesia depende da voz do poeta/poetisa ressoar dentro do leitor/leitora. Bate ou não bate, sem meio-termo. É por isso que as pessoas se tornam tão possessivas em relação a seus autores favoritos: “Meu Pessoa favorito, minha Cecília Meireles favorita etc.” Sim, de certa forma eles são mesmo “meus” ou “minhas”. Suponho que Michelle encontre corações e mentes para suas poesias sendo sincera a si mesma. Como em Só seu, na qual crava “é bom saber de si/ o que ninguém mais sabe”. Ou em Aviso, na qual proclama “quanta voz cá dentro/ quanta falta de tempo/ quanta graça lá fora/ quanto vento”. Ou ainda em Pelas ruas de Londres, na qual constata “e se eu não estivesse ali/ estaria onde, se não aqui?/ sempre, aqui estou/ dentro de mim”.

Se cantar a sua aldeia é a única forma de se tornar universal, como prescrevia Tolstói aos romancistas, cantar o seu mundo interior deve ter o mesmo efeito para os poetas. Michelle teve tempo e paciência para se descobrir, para se depurar, para versejar, para escrever e cortar palavras. Assim, pode ter a generosidade de se oferecer aos leitores que, em seus poemas, irão descobrir pedacinhos de si mesmos.”

Dapieve

Informação adicional

Ano de Publicação

2015

Número de páginas

86


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